ANÁLISE DA CONJUNTURA

Fevereiro . 2024

Destacamos, mais uma vez, a inflação, que se mantém em março numa variação homóloga de +2,3% (tinha sido +2,1% em fevereiro e de +2,3% no mês de janeiro). Este comportamento deve-se sobretudo à subida significativa dos preços da energia e, por outro lado, à descida dos bens alimentares não transformados.

Destaca-se também o valor atingido pela dívida pública no final de 2023, 263 mil milhões de euros, 99,1% do PIB. Em 2023 atingiu-se um excedente orçamental de 4 330 milhões de euros, o maior valor da história democrática.

O Banco de Portugal fez uma revisão para cima e prevê um crescimento do PIB de 2,0%, em 2024, de 2,3%, em 2025, e de 2,2% em 2026.
O Produto Interno Bruto (PIB) registou uma variação positiva em cadeia de +0,8% e de +2,2% homóloga, no 4º trimestre de 2023.
Em março a inflação voltou a subir (+2,3%), ainda que em fevereiro, a taxa de inflação homóloga continuou a sua tendência de estabilização verificada nos últimos meses, fixando-se em 2,1%. Subida da energia e, por outro lado, descida dos bens alimentares não transformados são os responsáveis por este comportamento.
Em fevereiro, a dívida das administrações públicas na ótica de Maastricht cresceu ligeiramente para 270 649,3 M.
Até ao final do mês de fevereiro, registaram-se 374 processos de insolvência das empresas, o que representa um crescimento de 16,5% comparativamente ao período homólogo.
As taxas de juro de empréstimos mantêm uma tendência de descida face ao segundo semestre de 2023.
As taxas Euribor a 6 meses e a 12 meses subiram ligeiramente face a janeiro, ficando numa média mensal de, respetivamente, 3,901% e 3,671%.

 

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Indicadores de Conjuntura Económica/2024

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