A Companhia aérea nacional recebeu um ESG Risk Rating de 24,4, tendo sido avaliada pela Morningstar Sustainalytics como de risco médio de sofrer impactos financeiros materiais decorrentes de fatores ESG. Nesta avaliação, a TAP Air Portugal obteve uma pontuação melhor do que 92% das companhias aéreas deste ranking à escala global, ficando em 2º lugar entre as 14 companhias aéreas europeias avaliadas, e em 6º lugar num total de 71 companhias aéreas globais avaliadas. 

O Rating de Risco ESG é o resultado da combinação dos ratings de Exposição ao Risco ESG e de Gestão do Risco ESG da empresa. A exposição global ao risco da TAP Air Portugal é média e é semelhante à média da subindústria, enquanto a gestão global das questões materiais ESG da companhia aérea é forte e acima da média da subindústria.

A TAP reconhece a relevância da sustentabilidade como um eixo transversal ao seu desempenho e à sua posição competitiva no mercado, definindo as suas estratégias com foco numa gestão responsável e consciente dos recursos naturais e sociais. A abordagem da TAP à sustentabilidade assenta num modelo de gestão holístico, que tem em consideração a importância das dimensões ambiental e social, bem como a necessidade de garantir a resiliência financeira do negócio. 

As avaliações de risco ESG da Morningstar Sustainalytics medem a exposição de uma empresa a riscos ESG materiais específicos do sector e a forma como a empresa está a gerir esses riscos. Esta forma multidimensional de medir o risco ESG combina os conceitos de gestão e exposição para chegar a uma avaliação do risco ESG, ou seja, uma pontuação total de risco ESG não gerido ou o ESG Risk Rating, que é comparável em todos os sectores. As classificações de risco ESG da Sustainalytics fornecem uma medida quantitativa do risco ESG não gerido e distinguem entre cinco níveis de risco: negligenciável, baixo, médio, elevado e grave. Saiba mais sobre as classificações de risco ESG aqui: www.sustainalytics.com/corporate-solutions/esg-solutions/esg-risk-ratings.


TAP transportou 15,9 milhões de passageiros em 2023

A Companhia aérea nacional transportou em 2023 um total de 15,9 milhões de passageiros, mais 2,1 milhões do que no ano anterior, o que equivale a um crescimento de 15,2 por cento. Rotas do Brasil, Estados Unidos da América e Regiões Autónomas dos Açores e Madeira já transportaram mais passageiros do que em 2019, antes da pandemia.

O load factor (taxa de ocupação) dos voos da TAP foi de 80,8 por cento, mais 0,8 pontos percentuais (p.p.) do que em 2022 e evidenciando já uma melhoria de 0,7 p.p. face a 2019, último ano pré-pandemia.

Já o RPK (Revenue Passenger Kilometer, um indicador de produtividade da aviação), foi 16 por cento superior ao de 2022 e com um crescimento de 1,4 por cento face a 2019.

Merece particular destaque o desempenho da TAP no conjunto das rotas de longo curso com um total de 4,6 milhões de passageiros transportados, mais 15,1 por cento do que em 2022, o que representa um aumento de 9,8 por cento face a 2019.

Nas rotas dos Estados Unidos e Canadá, a TAP transportou 1,46 milhões de passageiros, mais 18,4 por cento que em 2022 e mais 39,5 por cento do que em 2019. 

Nas rotas do Brasil, o total de passageiros transportados ascendeu a mais de 1,9 milhões, um crescimento de 20,3 por cento face a 2022 e de 8,4 por cento relativamente a 2019.

Já nas rotas das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, a TAP transportou 1,5 milhões de passageiros no ano passado, mais 13,2 por cento que em 2022 e mais 5,7 por cento face a 2019.

Todos os segmentos de rede da TAP registaram crescimentos face a 2022. No entanto, em comparação com 2019, o último ano completo antes da pandemia, a TAP ainda não recuperou totalmente o mesmo nível de tráfego nas rotas de Portugal continental, Europa e África, o que implica que a Companhia, em números totais, ainda tenha ficado em 2023 sete por cento abaixo do número total de passageiros transportados em 2019, antes da pandemia.

Deve recordar-se também que a TAP opera hoje com menos aviões e dispõe de menos slots no aeroporto de Lisboa face a 2019, devido às imposições do Plano de Reestruturação definido pela Comissão Europeia, a que a Companhia está ainda sujeita até 2025. 

Fonte: TAP / Comunicado