Em face da força revisionista, cuja necessidade cíclica é reconhecida, importa monitorizar de perto a evolução da discussão pública, económica e jurídica relativamente à questão, quanto a elementos que podem constituir importantes factores de crescimento económico, de dinamização da economia, e de promoção de interesses públicos extra-fiscais. 

A revisão dos benefícios fiscais deverá ser feita com neutralidade e não ter por objectivo aumentar a receita, sendo que as decisões que os benefícios fiscais digam respeito só irão constar da Lei do Orçamento do Estado para 2019.

Aceda aqui à análise da Rogério Ferreira Fernandes & Associados.