Reunida por videoconferência no dia 4 de junho, a AIP aprovou em Assembleia Geral anual o Relatório de Atividades e Contas da Associação e os respetivos pareceres da Direção e do Conselho Fiscal, referentes ao exercício de 2019. Com exceção do resultado líquido de 234 mil euros positivos (245 mil em 2018), todos os restantes indicadores financeiros foram os melhores desde 2011. O peso dos subsídios à exploração no total dos rendimentos (35,2%) é o mais baixo desde 2012 e o peso dos serviços prestados o maior desde 2013 (47,4%).

Durante a sua intervenção o presidente da Direção da AIP, José Eduardo Carvalho, prestou ainda a seguinte informação aos associados: “O ano de 2019 foi o primeiro de um ciclo que se pretendia de desenvolvimento da Associação e no qual se consolidaram as tendências de recuperação que já se vinham notando desde 2014. Verificou-se, de forma muito vincada, uma dinâmica e um acréscimo da atividade da Associação. Foi possível envolver mais de 5 mil empresas e cerca de 20 mil empresários, gestores e quadros nos vários projetos que a AIP promoveu.

Foi, desde 2011, o ano com envolvimento de maior número de empresas e gestores nas atividades da AIP. Aderiram também 240 novos associados. Desde 2011, já aderiram 3180, oriundos de todos os distritos do continente e regiões autónomas”.